VOLTAR PARA HOME
Continue tendo acesso ao conteúdo da Folha
   ou   
Cadastre-se pelo Facebook
para ter acesso ao melhor conteúdo do Paraná
VOLTAR PARA HOME
Olá
Assine já para continuar a ler a Folha de Londrina.
Para identificá-lo como assinante, precisamos do seu email e CPF.
VOLTAR PARA HOME
Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante Já sou assinante
Bola pro Mato
Thiago Mossini é jornalista e está no Grupo Folha desde 2003. Foi setorista do Londrina Esporte Clube por 12 anos e desde o começo de 2016 é editor do jornal NOSSODIA. Já rodou o mundo em coberturas esportivas, passou pelas emissoras Unitv e RICTV/RecordTV e é coautor do livro "1992: O Paraná Virou Alviceleste". Pensa que é multi atleta, já que joga basquete, vôlei, tênis e futebol e ainda tenta aprender a velejar, mas no final das contas é no máximo esforçado em cada um deles. Tem três filhos que ama demais: a Manu, o Pedrão e a Beca de Boleiro, a marca de camisetas inspiradas no futebol da qual é sócio.
Fale com Thiago Mossini
12/08/2017
TÁ NO SANGUE

Filho de boleiro, boleiro é

Veja a trajetória de três jogadores que seguiram com sucesso a carreira dos pais


Domingo é Dia dos Pais. E todo pai, ou pelo menos a maioria deles, quando o filho nasce já coloca o uniforme do time do coração e quando ele começa a dar os primeiros passos já faz projeções em relação à futura "carreira" de jogador que o moleque seguirá. Pai que gosta de futebol é assim mesmo. A maioria não consegue ver o sonho virar realidade. A criança nem sempre gosta de futebol ou então prefere seguir uma outra carreira ou mesmo a profissão do pai. Mas e quando o patriarca é jogador de futebol? O Bola pro Mato separou três casos de pais boleiros que viram os filhos seguirem o mesmo caminho.

Marcos Pereira saiu de Ivaiporã-PR tentar a sorte na Bélgica e não voltou mais. Passou por nove equipes belgas até se aposentar. E foi lá também, na cidade de Duffel, que nasceu o filho Andreas Pereira, hoje uma dos comandados de José Mourinho no Manchester United.

Reprodução/Internet
Reprodução/Internet - Andreas está de volta ao Manchester United após defender o Granada-ESP por empréstimo
Andreas está de volta ao Manchester United após defender o Granada-ESP por empréstimo


O meia-atacante de 21 anos, que costuma passar as férias em Londrina, já que avó e tios moram por aqui, seguiu os passos do pai desde muito pequeno. Aos 9 anos já defendia o PSV Endhoven e aos 16 foi contratado pelos Diabos Vermelhos.

"É uma uma sensação inexplicável. Como pai, você quer ver o bem do seu filho e não importa o que ele faz, mas jogando futebol neste nível é realmente incrível e muito gratificante. Sempre deixei o Andreas muito à vontade para escolher o que ele queria fazer no esporte e sorte minha ele é apaixonado pelo futebol. Sempre o ajudei em muitas coisas, detalhes que a gente aprende no decorrer da carreira, estar sempre focado no objetivo e sempre fazer o melhor possível e sempre que possível tento dar uma ajuda no treinamento", revela Marcos, que mora em Manchester com o filho a esposa e a outra filha do casal.

Andreas confessa que a carreira do pai o influenciou a decidir escolher o mesmo caminho e que costuma ouvir os conselhos dele. "Desde criança estive nos treinos e jogos dele e por isso comecei a jogar muito cedo. Temos uma relação muito aberta e conversamos muito depois dos jogos. Nem sempre um concorda com o outro. Ter um pai que foi jogador me ajuda muito pois ele me passa muitas coisas interessantes, ele me ajuda muito dentro e fora de campo", conta Andreas. "É um orgulho muito grande e é uma emoção inexplicável ver ele em campo jogando neste nível, é muito impressionante", desmancha-se Marcos.

Arquivo Pessoal
Arquivo Pessoal - Vitor Hugo com pai: desde pequeno nos gramados
Vitor Hugo com pai: desde pequeno nos gramados


Também na Europa, outro garoto tenta a sorte na profissão do pai, mas com muita mais projeção e destaque já desde pequeno. O também meia-atacante maringaense Vitor Hugo Fávaro Barreto, 14 anos, mudou-se para a Espanha para acompanhar a mãe, Jane, e o pai, Alexandre, que havia encerrado a carreira de volante no Grêmio Maringá e foi trabalhar na Europa. O talento do garoto despertou interesse do pequeno Reus. Foi o pontapé que precisava para decidir que seria jogador. De lá, foi para o Atlético de Madrid e agora está se transferindo para a Inter de Milão. "Para mim seria uma realização de um sonho, sabendo que ele tem as condições técnicas muito melhores que as minhas no tempo em que jogava. Procuro aconselhar o bom e o mal que tem este esporte. No mais, só depende dele: esforço, trabalho, vontade de atingir todos os objetivos com humildade e persistência, sobretudo com fé em Deus", destaca Alexandre, que garante não cornetar o filho nos treinos e jogos. "Corneto não, mas procuro sempre corrigir alguma coisa que vejo que deixou de fazer ou tentar melhorar. Porque sempre de fora é mais fácil", garante.

Arquivo pessoal
Arquivo pessoal - Vitor Hugo vai defender a Inter de Milão a partir deste mês
Vitor Hugo vai defender a Inter de Milão a partir deste mês


Vitor Hugo confessa que as idas aos campos de futebol acompanhando o pai foram determinantes para sua decisão de seguir carreira na bola. "Lembro de quando muito pequeno ia aos campos com ele e chorava para entrar e brincar de bola. Procuro escutar seus conselhos mesmo às vezes quando eu faço bem as coisas, porque ele sempre está comigo nos bons e maus momentos é meu espelho e meu porto seguro. É meu maior motivador. É sincero no elogio, mas também procura me corrigir e mostrar onde falhei quando necessário", conta o garoto.

Arquivo Pessoal
Arquivo Pessoal - Marinho e neto contemplam a taça do Mundial conquistada pelo Flamengo com o ex-zagueiro em campo
Marinho e neto contemplam a taça do Mundial conquistada pelo Flamengo com o ex-zagueiro em campo


Já o ex-zagueiro Neto teve uma responsabilidade a mais. Ele escolheu seguir a profissão e a posição do pai, já consagrado. Ser filho de Marinho, zagueiro campeão da Libertadores e do mundo com o Flamengo, não evitou comparações ao longo da carreira, mas ele sempre tirou de letra nos clubes que passou no Brasil e no exterior. "O fato de meu pai ter sido jogador me influenciou bastante. Acompanhei a trajetória dele, sempre estive nos jogos com ele, procurei ver o que estava fazendo, aquela curiosidade de filho. Com o passar do tempo vi que era isso que queria fazer. O apoio dele foi muito importante em todos os momentos, sempre me mostrando como era uma carreira de um atleta profissional e me guiando, mostrando as dificuldades e falando das derrotas e vitórias que aconteceriam. Sempre me apoiou em seguir carreira, mas sem a cobrança de ser o que ele foi", finalizou.
18/08/2017
NA ITÁLIA

Leandrinho, o pé-vermelho que é a aposta do Napoli

Jovem atacante é a aposta do clube napolitano para o futuro

15/08/2017
VIVA O FANTASMA!

Por mais times fortes no Paraná

Quanto mais equipes paranaenses em competições nacionais, mais forte fica o futebol do Estado

14/08/2017
DECISÕES

Avante, Fantasma! Acorda, Tubarão!

O Londrina precisa acordar para a vida e decidir o que quer nesta Série B

10/08/2017
QUASE LÁ

Fernandinho cada vez mais perto da Copa

Londrinense está mais uma vez na lista de convocados de Tite e projeta temporada de muita dedicação para disputar o mundial da Rússia

PUBLICAÇÕES ANTERIORES
RSS - Resolução máxima 1024x728 - () - Folha de Londrina - Todos os direitos reservados