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Avenida Paraná
Escritor e jornalista. Mora desde 1989 em Londrina. Trabalhou em diversos jornais, revistas e assessorias. Assina a coluna diária Avenida Paraná, na Folha de Londrina. Autor dos livros de crônicas "Diário de Moby Dick" (em parceria com o pai, Paulo Lourenço), "Repórter das Coisas" e "Aos Meus Sete Leitores". Casado com a jornalista Rosângela Vale, pai do Pedro, paulistano de certidão, pé-vermelho de coração. Conservador em política, liberal em economia, católico em religião. Em suma, um cronista em busca dos seus sete leitores.
Fale com Paulo Briguet
07/11/2017
HISTÓRIA

Revolução Russa, a gênese do genocídio


Nunca é demais lembrar que a Revolução Russa, ocorrida na noite de 7 para 8 de novembro de 1917, foi um golpe de Estado que marcou o início do mais sangrento regime político de todos os tempos — o comunismo.

Qualquer militante que saia por aí louvando a tomada do Palácio de Inverno e o regime soviético equivale a um louco que defenda a Noite das Longas Facas ou o Holocausto nazista. Como a ninguém ocorreria celebrar as "conquistas de Hitler" não devemos aceitar com naturalidade aqueles que, após mais de 100 milhões de mortos, insistem em apontar as virtudes do regime fundado por Lênin e Trotsky em 1917.

E para rememorar — jamais festejar — os 100 anos da Revolução Russa, voltamos ao dia em que a família imperial foi assassinada pelos bolcheviques:

"Um operário da fábrica de Verkh-Issetsk, Piotr Zakharovitch Ermakov, foi encarregado, com uma equipe de homens confiáveis, de proceder à execução. Na noite de 15 para 16 de julho, por volta da meia-noite, Nicolau II, a czarina, a czarevicht Alexis, as quatro jovens grã-duquesas, o dr. Botkin, a governanta e o preceptor do ex-herdeiro do trono, dez pessoas ao todo, foram chamadas a se reunir em um cômodo do andar térreo. Esperavam que se tratasse de uma nova transferência. Enfileiraram-se diante de homens armados, um dos quais leu para eles, em nome do soviete (conselho) regional, a sentença de morte que nem tiveram tempo suficiente para compreender. ‘Então, não vamos ser transferidos?’, disse Nicolau II, surpreso. Não teve tempo para se recuperar da surpresa. Em poucos instantes, os Romanov não passavam de um monte de cadáveres tombados contra uma parede arrebentada de balas. Um caminhão transportou os despojos, envoltos em cobertores, para uma mina abandonada, a oito verstas (cerca de nove quilômetros) da cidade. Lá, suas roupas foram cuidadosamente revistadas; as das grã-duquesas continham grande número de brilhantes; os cadáveres foram queimados e as cinzas, enterradas em um pântano próximo dali.

(...)

Sverdlov curvando-se sobre Lênin, disse-lhe algumas palavras em voz baixa.

‘O camarada Sverdlov pede a palavra para uma comunicação’, anunciou Lênin.

Sverdlov disse, com sua voz inalterável:

‘Acabo de saber que Nicolau foi fuzilado em Ekaterimburgo, por ordem do soviete regional. Nicolau pretendia fugir. Os tchecoslovacos se aproximavam. O Bureau Pan-Russo dos Sovietes aprova.’

Silêncio.

Lênin disse: ‘Passemos ao exame detalhado do projeto’."

18/11/2017
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