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Avenida Paraná
Escritor e jornalista. Mora desde 1989 em Londrina. Trabalhou em diversos jornais, revistas e assessorias. Assina a coluna diária Avenida Paraná, na Folha de Londrina. Autor dos livros de crônicas "Diário de Moby Dick" (em parceria com o pai, Paulo Lourenço), "Repórter das Coisas" e "Aos Meus Sete Leitores". Casado com a jornalista Rosângela Vale, pai do Pedro, paulistano de certidão, pé-vermelho de coração. Conservador em política, liberal em economia, católico em religião. Em suma, um cronista em busca dos seus sete leitores.
Fale com Paulo Briguet
17/07/2017

O assassinato da família imperial

Uma descrição do fuzilamento da família Romanov pelo regime comunista




Há exatos 99 anos, em 17 de julho de 1918, a família imperial russa era fuzilada pelo regime comunista. Esse foi um dos abomináveis crimes que Nossa Senhora profetizara em Fátima, um ano antes. A morte dos Romanov foi o preâmbulo para os 100 milhões de vítimas do regime mais genocida de toda a história da humanidade.

Durante muito tempo, em minha vida, eu tive a mesma ilusão que acabou por tomar conta do imenso país situado entre a Europa e a Ásia: o nome dessa ilusão é socialismo. Meus autoenganos começaram a ruir quando li os livros de Milan Kundera, Ivan Klíma, Alexander Soljenítsin, Joseph Brodsky -- e principalmente a obra de Olavo de Carvalho. Mas nada me convenceu mais da monstruosidade do socialismo do que as palavras dos próprios escritores revolucionários. Vejam, por exemplo, esta passagem de Victor Serge, grande entusiasta da Revolução Russa:

"Um operário da fábrica de Verkh-Issetsk, Piotr Zakharovitch Ermakov, foi encarregado, com uma equipe de homens confiáveis, de proceder à execução. Na noite de 15 para 16 de julho, por volta da meia-noite, Nicolau II, a czarina, a czarevicht Alexis, as quatro jovens grã-duquesas, o dr. Botkin, a governanta e o preceptor do ex-herdeiro do trono, dez pessoas ao todo, foram chamadas a se reunir em um cômodo do andar térreo. Esperavam que se tratasse de uma nova transferência. Enfileiraram-se diante de homens armados, um dos quais leu para eles, em nome do soviete (conselho) regional, a sentença de morte que nem tiveram tempo suficiente para compreender. ‘Então, não vamos ser transferidos?’, disse Nicolau II, surpreso. Não teve tempo para se recuperar da surpresa. Em poucos instantes, os Romanov não passavam de um monte de cadáveres tombados contra uma parede arrebentada de balas. Um caminhão transportou os despojos, envoltos em cobertores, para uma mina abandonada, a oito verstas (cerca de nove quilômetros) da cidade. Lá, suas roupas foram cuidadosamente revistadas; as das grã-duquesas continham grande número de brilhantes; os cadáveres foram queimados e as cinzas, enterradas em um pântano próximo dali.

(...)

Sverdlov curvando-se sobre Lênin, disse-lhe algumas palavras em voz baixa.

‘O camarada Sverdlov pede a palavra para uma comunicação’, anunciou Lênin.

Sverdlov disse, com sua voz inalterável:

‘Acabo de saber que Nicolau foi fuzilado em Ekaterimburgo, por ordem do soviete regional. Nicolau pretendia fugir. Os tchecoslovacos se aproximavam. O Bureau Pan-Russo dos Sovietes aprova.’

Silêncio.

Lênin disse: ‘Passemos ao exame detalhado do projeto’."



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